A conversa durou uma hora e meia. O convite para treinar a Seleção Brasileira foi feito por Ricardo. Muricy disse sim com uma ressalva: precisava que o Fluminense o liberasse de seu contrato - que vai até o fim de 2010. Não pareceu uma ressalva enfática. Na visão da CBF, não seria inteligente para nenhum clube impedir que um técnico realizasse o sonho profissional de dirigir a seleção. A questão financeira (Muricy receberia da CBF pouco mais da metade do que recebe no Flu) também não pareceu relevante - uma vez que as possibilidades publicitárias de um técnico da seleção compensariam isso.
Pesquisa britânica diz que o país com gente mais bonita no mundo são os Estados Unidos
Os brasileiros são o segundo povo mais bonito do mundo, segundo uma pesquisa britânica publicada nesta semana. A terra de Gisele Bündchen e Rodrigo Santoro só perde para os Estados Unidos, de acordo com os cinco mil entrevistados pelo instituto OnePoll, que elegeram a Espanha como o terceiro país com maior número de beldades.
2. Brasil
3. Espanha
4. Austrália
5. Itália
6. Suécia
7. Inglaterra
8. Índia
9. França
10. Canadá
11. México
12. Portugal
13. País de Gales
14. Rússia
15. Japão
16. Irlanda
17. Argentina
18. Holanda
19. Escócia
20. Alemanha
Fonte: R7
A expulsão transformou Kaká no termo mais comentado no Twitter durante a melhor atuação do Brasil na copa. Num jogo com golaço antológico de Luis Fabiano com ajuda do braço, faltas gravíssimas e classificação antecipada, o cartão vermelho para o camisa 10 brasileiro, exemplo de elegância no futebol, chegou a ser responsável por 4,20% das mensagens publicadas no site nos minutos após a expulsão - ou aproximadamente 113.750 comentários, considerando as estatísticas oficiais do Twitter.
Sem dúvidas nosso presidente é a cara do Brasil, ama futebol e cachaça..rss. Sem falar do "jeitinho Brasileiro"!
Mesmo no frio da África do Sul, o clima esquentou entre a Rede Globo e o técnico da Seleção Brasileira de Futebol.
O ‘Fantástico’ acaba de veicular imagens de uma coletiva de imprensa em que Dunga, técnico da seleção brasileira, bastante irritado, utiliza palavras que como eles próprios citaram, são ‘impublicáveis’ quando se referia a imprensa em especial a um repórter da Rede Globo.
O ‘Fantástico’ destacou também, alguns momentos em que Dunga é ironico ao responder as perguntas da imprensa.
Ao fim da matéria Tadeu Schimidt, deixou claro que o objetivo da Rede Globo é levar o melhor conteúdo e informação aos seus telespectadores, independentemente de quem esteja a frente da seleção brasileira.
Como tudo começou:
Na entrevista coletiva após a partida, o sangue do treinador ainda estava quente. Quando acusava os jornalistas de ter cobrado a saída de Luis Fabiano do time titular, Dunga viu Alex Escobar, jornalista da TV Globo, que conversava ao telefone com um colega, balançar a cabeça.
Nesse momento, o técnico da seleção brasileira interrompeu a frase para interpelar Escobar. Em seguida, ficou balbuciando palavrões que vazaram no sistema de som da sala de entrevistas. Xingamentos gratuitos que foram ouvidos por toda a imprensa internacional presente.
Ao longo dos 30 minutos entre o início e o fim da coletiva, o técnico foi irônico outras vezes, sempre tendo a imprensa como alvo.
Ao sair, ainda irritado, Dunga se levantou e continuou pronunciando mais ofensas e palavras impublicáveis.
Fonte: Notícias Baladeiro.
A principal notícia do dia na Copa do Mundo da FIFA África do Sul 2010 não soa exatamente como novidade: o Brasil está classificado, com uma rodada de antecedência, para as oitavas de final do torneio.
Dois belos gols de Luís Fabiano e um de Elano deram à Seleção a vitória por 3 a 1 sobre a Costa do Marfim no estádio Soccer City, em Johanesburgo, que valeu à equipe de Dunga a passagem para a próxima fase da competição, com seis pontos. É a quinta vez consecutiva – ou seja, desde que os três pontos por vitória foram instaurados no Mundial, em 1994 – que a Seleção chega á última rodada da fase de grupos já com sua vaga assegurada.
Não foi essa a única escrita mantida no Soccer City: a Seleção Brasileira manteve seu aproveitamento de 100% em partidas de Copa do Mundo diante de equipes africanas. São agora seis jogos só de vitórias.
Entre tantas boas notícias – incluindo aí a boa atuação de Kaká, responsável por dois passes para gol -, houve notas de preocupação, já que Elano entrou numa dividida dura com Ismael Tioté pouco depois de marcar o terceiro gol e saiu de campo de maca, substituído por Daniel Alves. E ainda mais quando, a dois minutos do fim, quando a partida era ríspida e nervosa, Kaká foi expulso de campo com seu segundo amarelo.
Os brasileiros, sem Kaká, suspenso, fecham sua participação no Grupo G no dia 25, em Durban, quando enfrentam Portugal – que entra em campo nesta segunda-feira, na Cidade do Cabo, diante da Coreia do Norte. Os africanos enfrentam os norte-coreanos, também no dia 25.
Golaços para abrir o caminho
Os primeiros 15 minutos de jogo foram de um curioso estudo tático de lado a lado. Duas equipes que têm no contra-ataque um de seus principais pontos fortes, Brasil e Costa do Marfim pareciam esperar um ao outro para ver quem tomaria primeiro a iniciativa de atacar e, com isso, abrir espaços.
O resultado foi um jogo sem chances, jogado de intermediária a intermediária, com poucos jogadores da linha de defesa se aproximando dos atacante – uma das exceções, como sempre, sendo o lateral direito brasileiro Maicon.
A única solução para quebrar o ritmo era o talento individual, e foi por meio dele que o Brasil abriu o placar aos 25: Robinho tocou para Luís Fabiano na entrada da área, o centroavante deu um lindo passe de calacanhar para Kaká, que, em sua primeira boa jogada na partida, deixou o camisa 9 na cara do gol para acertar uma bomba alta no canto esquerdo de Boubacar Barry. Foi o primeiro gol de Luís Fabiano após seis jogos sem marcar – seu maior período de seca com a camisa da Seleção – e seu 26º em 40 jogos com a Amarelinha.
Mas nem o gol foi capaz de abrir de vez o jogo. Foi só aos poucos, e timidamente, que os marfinenses começaram a incorporar seus laterais ao jogo e a ceder mais espaços para o contra-ataque brasileiro – que, no entanto, pouco conseguiu criar até o final da primeira parte.
Qualquer dúvida quanto à equipe de Sven-Göran Eriksson se abrir de fato ou não acabou logo aos cinco minutos da segunda parte. E, mais uma vez, graças a Luís Fabiano, com um goalço. O atacante do Sevilla recebeu uma bola dividida na entrada da área, pelo lado direito. Deu um balãozinho para tirar Didier Zokora da jogada, aplicou um chapéu em Siaka Tiene e, de esquerda, bateu no canto.
A vantagem era tudo de que a veloz equipe do Brasil precisava para se soltar de vez. As chances apareciam, Kaká participava mais e mais do jogo e, aos 17, foi ele quem criou o lance do terceiro: arrancada pela ponta esquerda, daquelas dignas de suas melhores fases, e o cruzamento rasteiro, preciso para Elano escorar e marcar seu segundo gol na Copa.
O camisa 7, pouco depois, se lesionou. A Costa do Marfim foi para o ataque, o Brasil encontrou espaço para trocar belos passes e, ainda na metade do segundo tempo, as quase 85 mil pessoas já gritavam “olé”. Aquele jogo morno da primeira etapa já era coisa do passado. Entre as chances criadas pelos brasileiros e o ímpeto dos “Elefantes”, quem conseguiu resultado foi Didier Drogba. O centroavante do Chelsea recebeu sozinho um cruzamento de Touré Yaya aos 34 minutos e, de cabeça, marcou o primeiro gol da Costa do Marfim no torneio.
O jogo, então, ficou nervoso e ríspido. Mais do que chances, o que se viram foram divididas, faltas duras, nervosismo e, aos 43 minutos, um segundo cartão amarelo para Kaká, que fica de fora da partida contra os portugueses.
Depois do apito final, porém, os ânimos se acalmaram, e os jogadores se confraternizaram em campo, trocando cumprimentos e camisas.
A seleção brasileira tem no domingo contra a Costa do Marfim seu "dia D" para mostrar seu melhor futebol e se lançar como favorito à conquista da Copa do Mundo, após deixar para trás a ansiedade da estreia, quando superou sem brilho a Coreia do Norte por 2 a 1.
A conquista do pentacampeonato mundial coroou a trajetória de Ronaldo, o Fenômeno, o homem que superou duas cirurgias em seguida no joelho direito e, após quase dois anos sem jogar, mostrou que ainda poderia ser o melhor jogador do mundo. A prova, os dois gols na decisão contra a Alemanha.
Foram precisos 72 anos para que duas das maiores seleções se enfrentassem numa Copa do Mundo, e tinha de ser numa decisão. O time brasileiro, comandado por Luiz Felipe Scolari, comandou as ações no primeiro tempo e perdeu várias chances de abrir o placar, com Ronaldo, Ronaldinho Gaúcho e até o meia Kleberson, um dos coadjuvantes do time.
No segundo tempo, o Brasil cansou um pouco e a Alemanha começou a sair para o jogo, forçando o goleiro Marcos a trabalhar duro. Foi quando o Brasil estava pior na partida que o primeiro gol saiu: Ronaldo roubou uma bola na defesa alemã e deixou para Rivaldo, que sofria fortes dores musculares e fazia uma partida apagada. Rivaldo chutou de fora da área, o goleiro Khan rebateu e Ronaldo aproveitou o rebote para abrir o placar.
Minutos depois, Kleberson escapou pela direita e cruzou; Rivaldo, que estava no meio do caminho, abriu as pernas e Ronaldo tocou com classe, longe do alcance do goleiro alemão. Vitória de Ronaldo, vitória do Brasil.
Ficha técnica
Local: Estádio Internacional de Yokohama (JAP)
Data: 30/06/2002 (domingo)
Público: 69.029
Fase: final
Árbitro: Pierluigi Collina (ITA)
Auxiliares: Leif Lindberg (SUE) e Philip Sharp (ING)
Cartões amarelos: Roque Júnior (BRA); Klose (ALE)
Gols: Ronaldo, aos 22min e aos 34min do segundo tempo
Brasil: Marcos; Lúcio, Roque Júnior e Edmílson; Cafu, Gilberto Silva, Kleberson, Rivaldo e Roberto Carlos; Ronaldinho Gaúcho (Juninho Paulista) e Ronaldo (Denílson)
Técnico: Luiz Felipe Scolari
Alemanha: Kahn; Metzelder, Linke e Ramelow; Frings, Hamann, Schneider, Jeremies (Asamoah) e Bode (Ziege); Neuville e Klose (Bierhoff)
Técnico: Rudi Voeller















